G1
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O discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, neste sábado (28), reiterou a posição de que o Irã nunca terá uma arma nuclear. O programa nuclear iraniano teve início em 1957, com apoio dos EUA, visando energia nuclear durante a ditadura do xá Mohammad Reza Pahlavi.

Dúvidas sobre fins pacíficos do programa nuclear iraniano

Oficialmente, o Irã alega que seu programa nuclear tem fins pacíficos, no entanto, os Estados Unidos e Israel questionam essa versão. Em junho de 2025, uma operação conjunta dos dois países atacou instalações de enriquecimento de urânio no Irã, mas especialistas apontam que o programa não foi eliminado.

Possibilidade de continuidade do programa nuclear iraniano

Mesmo com os ataques, o conhecimento dos cientistas envolvidos pode permitir a retomada do programa nuclear. Além disso, especula-se que o estoque de urânio do Irã tenha sido preservado, o que poderia facilitar uma retomada das atividades nucleares no futuro.

Impasse nas negociações e cenário de conflito

As negociações entre Irã e Estados Unidos sobre o programa nuclear não avançaram, pois os EUA exigem o fim completo do programa, algo que o Irã não está disposto a fazer. O conflito militar e a falta de acordo podem levar a novos ataques e desdobramentos no cenário internacional.

Potências nucleares e alianças internacionais

Atualmente, o mundo conta com nove potências nucleares, incluindo EUA e Israel. A Rússia, principal aliada do Irã, enfrenta desafios internos que limitam seu apoio ativo. Outros países importantes, como China e países europeus, mantêm distância do conflito, enquanto o Irã conta com apoio de grupos aliados no Oriente Médio.

Risco global e futuro das armas nucleares

Especialistas destacam um cenário sombrio em relação ao risco nuclear global, com potências como Coreia do Sul, Alemanha, Polônia e Japão considerando a possibilidade de desenvolver armas nucleares. Além disso, a modernização dos arsenais nucleares, a expansão chinesa e a falta de tratados de redução de armas ampliam as preocupações sobre o futuro das armas nucleares.

Fonte: https://g1.globo.com