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No último domingo, 28 de junho, data que celebra o Dia do Orgulho LGBTQIA+, um grupo de ativistas enfrentou a proibição de estender uma bandeira representativa do movimento em frente ao Congresso Nacional, em Brasília. A ação foi interrompida por policiais legislativos que alegaram falta de autorização para o ato.

O Ato e a Intervenção Policial

Com uma bandeira de aproximadamente 50 metros, cerca de 20 ativistas se reuniram com a intenção de realizar uma manifestação pacífica. Segundo Michel Platini, um dos organizadores, o grupo chegou cedo e, ao estender a bandeira, foi surpreendido pela chegada de viaturas policiais.

Reação dos Ativistas

Platini relatou que, ao se depararem com a abordagem violenta, os ativistas se ajoelharam para demonstrar que estavam desarmados e não pretendiam confrontar. Ele enfatizou que a bandeira simbolizava a luta e o orgulho da comunidade LGBTQIA+, em resposta às violências enfrentadas.

A Legitimidade do Ato e a Resposta das Autoridades

Os ativistas argumentaram que a Constituição garante o direito à manifestação pacífica, e que haviam solicitado autorização com antecedência. Platini criticou a ação policial, comparando-a à falta de intervenção em atos antidemocráticos ocorridos anteriormente.

Ação Legal em Resposta à Proibição

Em resposta ao ocorrido, Platini e sua equipe planejam apresentar uma representação na Câmara dos Deputados para investigar a conduta dos policiais que obstruíram o ato pacífico. Outro ativista, Rafael Lira, expressou seu temor diante da presença policial, destacando que a manifestação visava aumentar a visibilidade da luta pela igualdade.

Posicionamento das Autoridades

O deputado Fábio Felix, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Câmara Distrital, manifestou interesse em buscar esclarecimentos sobre a abordagem policial. Até o momento, a assessoria de comunicação da Câmara dos Deputados não se manifestou sobre o incidente.

O episódio destaca a contínua luta da comunidade LGBTQIA+ por reconhecimento e direitos, evidenciando a necessidade de um diálogo aberto e respeitoso entre autoridades e ativistas.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br