© José Cruz/Agência Brasil/Arquivo
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A Caixa Econômica Federal finalizou o pagamento da parcela de outubro do Bolsa Família, nesta sexta-feira, contemplando os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) final 0.

O valor mínimo pago é de R$ 600, mas, com os adicionais, o valor médio do benefício atinge R$ 683,42. Segundo informações, o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançou 18,91 milhões de famílias neste mês, totalizando um gasto de R$ 12,88 bilhões.

Além do valor base, o programa oferece adicionais específicos. O Benefício Variável Familiar Nutriz garante seis parcelas de R$ 50 para mães de bebês de até seis meses, visando assegurar a alimentação infantil. Adicionalmente, há um acréscimo de R$ 50 para gestantes e nutrizes (mães que amamentam), outro de R$ 50 para cada filho com idade entre 7 e 18 anos, e um adicional de R$ 150 para cada criança de até seis anos.

Tradicionalmente, os pagamentos do Bolsa Família são realizados nos últimos dez dias úteis de cada mês. Os beneficiários podem consultar informações detalhadas sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas através do aplicativo Caixa Tem, utilizado para acompanhar as contas poupança digitais.

Em outubro, beneficiários de 39 cidades receberam o pagamento no dia 20, independentemente do NIS. Essa medida atendeu moradores de 22 cidades do Acre afetadas pela seca e também moradores de algumas cidades nos estados do Amazonas (3), Paraná (2), Piauí (2), Roraima (6) e Sergipe (4).

Essas localidades foram impactadas por chuvas, estiagens ou possuem povos indígenas em situação de vulnerabilidade.

Desde o ano passado, os beneficiários do Bolsa Família não sofrem mais o desconto do Seguro Defeso. A alteração foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF).

Atualmente, cerca de 1,89 milhão de famílias estão amparadas pela regra de proteção. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até um ano, desde que a renda por integrante não ultrapasse meio salário mínimo. Neste mês, 211.466 famílias ingressaram na regra de proteção.

Em junho, o período de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança se aplica somente às novas famílias que entrarem na fase de transição. Aqueles que se enquadraram na regra até maio deste ano continuarão a receber metade do benefício por dois anos.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br