A justiça determinou a renovação da prisão temporária dos dois indivíduos sob suspeita de envolvimento na morte de Luciana Brites Leite, uma auxiliar de limpeza de 49 anos. Luciana desapareceu no dia 23 de setembro, após procurar atendimento médico na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) devido a dores no braço. Seu corpo foi descoberto quase um mês depois, em 22 de outubro, em uma área rural de Andradina, no interior de São Paulo.
As autoridades policiais aguardam os resultados da análise pericial de três telefones celulares que foram apreendidos no decorrer da investigação. O corpo de Luciana foi encontrado nas proximidades de uma usina. A cunhada da vítima, Tatiane Barreto da Paixão Gobbi, e o genro de Tatiane, Elias Júnior Almeida Soares, foram detidos sob suspeita de participação no crime.
A vítima permaneceu desaparecida por um período de 29 dias até a localização do corpo.
De acordo com o registro policial, Luciana, após deixar o trabalho, dirigiu-se à UPA no dia 23 de setembro. Por volta das 16h30, enviou mensagens a um familiar informando que iria a uma loja acompanhada de uma amiga para comprar roupas para si e para sua filha. Após este contato, ela parou de responder às mensagens e atender às ligações. Um familiar relatou que o último sinal do celular de Luciana foi detectado às 21h45 daquele dia, no distrito de Paranápolis.
A secretaria de Saúde de Andradina foi questionada sobre o atendimento médico prestado a Luciana na UPA, porém, não houve resposta até o momento.
Fonte: g1.globo.com

