A cirurgiã-dentista maranhense Raphaela Duailibe viveu momentos de tensão durante uma viagem a Israel, em meio aos ataques realizados por Israel e pelos Estados Unidos contra o Irã. Ela relatou que precisou se abrigar em um bunker por risco de ataques e deixar o país por medidas de segurança.
Viagem religiosa surpreendida pela tensão
Raphaela, seu marido e um grupo de aproximadamente oito maranhenses estavam em uma viagem religiosa quando foram surpreendidos pelo clima de tensão em Israel. Um dia antes dos primeiros ataques ao Irã, a agência responsável pelo roteiro apresentou os procedimentos de segurança a serem adotados, indicando a necessidade de se abrigar em um bunker em caso de risco.
Abalo emocional durante a estadia em Israel
No sábado, o grupo se preparava para visitar Jerusalém quando o alarme de segurança do hotel soou, indicando a necessidade de se abrigar no bunker. Após permanecerem no local por cerca de 15 minutos, decidiram antecipar a saída do país por recomendação da agência de viagens devido ao risco iminente de restrições no espaço aéreo e fechamento de fronteiras.
Saída segura e trajeto até a Turquia
O grupo decidiu seguir por via terrestre até a fronteira com o Egito para garantir a segurança na saída de Israel. Durante o trajeto, recebiam alertas constantes, ouviam sirenes e precisavam aguardar em momentos de tensão. Após a travessia, a fronteira entre Israel e Egito foi fechada, mas o grupo conseguiu seguir viagem com segurança até a Turquia, de onde embarcaram para Roma aguardando o retorno ao Brasil.
Ataques entre EUA, Israel e Irã
Estados Unidos e Israel lançaram um grande ataque contra o Irã, resultando em 201 mortos e 747 feridos segundo informações da imprensa iraniana. Em resposta, o Irã disparou mísseis contra Israel e atacou bases americanas no Oriente Médio. O Estreito de Ormuz foi fechado por motivos de segurança, gerando tensão na região.
Fonte: https://g1.globo.com

