© Paulo Pinto/Agência Brasil
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No dia 1° de maio, milhares de trabalhadores e habitantes da região do ABC paulista se reuniram em São Bernardo do Campo para celebrar o Dia do Trabalhador. O evento, organizado por sindicatos locais, foi marcado por discursos e uma programação musical animada.

Principais Demandas da Manifestação

Durante o ato, representantes de 26 sindicatos filiados à Central Única dos Trabalhadores (CUT) levantaram questões cruciais, incluindo o pedido para o fim da jornada de trabalho 6×1, que impõe seis dias de trabalho com apenas um de descanso. Além disso, a ampliação de políticas para combater o feminicídio também foi um ponto central nas discussões.

Discursos e Participações Importantes

O evento contou com a presença de três ministros do governo federal: Luiz Marinho (Ministério do Trabalho e Emprego), Alexandre Padilha (Ministério da Saúde) e Leonardo Sarchini (Ministério da Educação). O ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, enfatizou a importância da conscientização trabalhista e a necessidade de aprovar a revisão da jornada 6×1 antes das eleições de outubro.

Conquistas e Desafios para os Trabalhadores

Moisés Selerges, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, destacou as recentes conquistas da categoria e a queda nas taxas de desemprego. No entanto, ele reforçou que a luta pela redução da jornada de trabalho é fundamental para garantir melhores condições aos trabalhadores.

Programação Musical e Segurança no Evento

A celebração também incluiu apresentações musicais, com destaque para artistas como MC IG e Glória Groove, que animaram o público durante a noite. A segurança do evento foi garantida pela Guarda Municipal de São Bernardo, que atuou para manter a ordem, intervenindo em um confronto isolado que ocorreu durante as festividades.

Conclusão

O ato em São Bernardo do Campo não apenas celebrou as conquistas dos trabalhadores, mas também ressaltou a necessidade de mobilização contínua em busca de direitos mais justos. A luta pelo fim da jornada 6×1 e pela igualdade de gênero continua sendo uma prioridade para os sindicatos e a sociedade civil.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br