© Tomaz Silva/Agência Brasil
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A Assembleia Legislativa do Ceará (Alece), em Fortaleza, inicia nesta quinta-feira (9) o 2º Simpósio Cearense de Cannabis Medicinal, reunindo especialistas, pesquisadores e representantes de diversas entidades. Com vagas limitadas a 300 participantes, os ingressos gratuitos foram rapidamente esgotados.

Temas e Discussões do Simpósio

O evento, que se estende por dois dias, abordará cinco eixos de discussão, englobando as perspectivas de pacientes, associações e aspectos legais sobre o cultivo da cannabis. Os participantes também terão a oportunidade de explorar a aplicação da planta em práticas integrativas, especialmente em comunidades indígenas como os kaxinawá.

Destaques da Programação

Entre os principais tópicos da programação destacam-se: a integração da cannabis no Sistema Único de Saúde (SUS), os desafios legais e regulatórios, suas aplicações na psiquiatria e no bem-estar animal na medicina veterinária, além da colaboração entre a agricultura familiar e as farmácias vivas.

Uma palestra específica discutirá as propriedades da cannabis em relação à gestação e ao papel das parteiras tradicionais nesse contexto. Veja também: Dicas para Aumentar a Pontuação de Crédito e Melhorar suas Finanças.

Agenda do Segundo Dia

Na sexta-feira (10), a programação inicia com uma roda de conversa sobre ‘Cannabis, Autismo e Ciência’, abordando os avanços e perspectivas na área, das 10h às 12h.

A partir das 13h, será realizada uma audiência pública no auditório Murilo Aguiar, referente ao Projeto de Lei 1014/2023. Esta proposta visa estabelecer uma política local para a cannabis medicinal, focando em pesquisa, capacitação na rede pública e acesso ao SUS mediante prescrição.

Os interessados poderão acompanhar a discussão ao vivo pelo canal no YouTube da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará.

Apoio e Colaboração

O simpósio conta com o apoio de importantes instituições, como a Fundação Oswaldo Cruz (Fioruz) Ceará, o Conselho Estadual de Saúde do Ceará (Cesau), a Universidade Federal do Ceará (UFC), o movimento Ceará Saúde Livre (CSL) e a Liamba 360º.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br