© Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
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Universidades federais têm até o dia 1º de agosto para solicitar a criação de cuidotecas em seus campi, com o objetivo de oferecer um ambiente gratuito e acolhedor para crianças de 3 a 12 anos durante o período noturno. A iniciativa, chamada de UniCuidotecas, selecionará até 50 instituições para implementar esses espaços.

Objetivo das Cuidotecas

As cuidotecas são destinadas aos filhos de estudantes, professores, técnicos-administrativos e trabalhadores terceirizados que atuam ou estudam nos campi à noite. Além do atendimento noturno, as cuidotecas também poderão operar em finais de semana, feriados e durante as férias escolares.

Benefícios e Segurança

Esses espaços oferecem um ambiente seguro e protegido para as crianças, permitindo que os responsáveis, especialmente mulheres, se dediquem a seus estudos ou trabalho sem preocupações adicionais. A iniciativa é promovida pelo Ministério da Educação (MEC) em colaboração com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

Processo de Inscrição

As propostas devem ser enviadas eletronicamente para o e-mail cgext.dda.sesu@mec.gov.br. Universidades com múltiplos campi precisam escolher um local com maior demanda para a implantação da cuidoteca. É necessário incluir um plano de trabalho, Termo de Compromisso assinado pela Reitoria, plantas arquitetônicas, fotos do espaço e declarações das pró-reitorias sobre o número de estudantes e servidores presentes durante a noite.

Recursos e Utilização

As instituições selecionadas receberão fundos para a implementação e manutenção das cuidotecas por um ano. Em troca, devem disponibilizar um espaço físico adequado. Os recursos podem ser utilizados para adquirir mobiliário infantil, equipamentos de acessibilidade, materiais lúdicos e contratação de profissionais, além de cobrir despesas de alimentação e manutenção do espaço. Vale ressaltar que reformas estruturais significativas não são permitidas.

Considerações Finais

A criação das cuidotecas representa um passo importante na promoção de um ambiente acadêmico mais inclusivo e seguro, permitindo que os responsáveis se concentrem em suas atividades sem comprometer o bem-estar de seus filhos. As universidades interessadas devem agir rapidamente para não perder essa oportunidade.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br