Agência SP
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O Governo de São Paulo adotou um sistema inédito e moderno de monitoramento e gestão das águas dos mananciais que abastecem a Região Metropolitana de São Paulo, visando proporcionar tomadas de decisões mais rápidas em períodos de escassez hídrica.

Metodologia de monitoramento

A nova metodologia estabelecida em outubro do ano passado conta com 7 faixas de atuação, de acordo com os níveis de reservação nos períodos de chuva e estiagem. Essas faixas correspondem a etapas graduais de criticidade e orientam os gestores sobre as medidas adequadas em cada cenário.

O monitoramento é feito diariamente pelo Sistema Integrado Metropolitano (SIM), que reúne dados dos sete reservatórios interligados da Grande São Paulo. O SIM fornece informações detalhadas de cada represa, índices pluviométricos e comparativos com períodos anteriores, possibilitando decisões baseadas no desempenho do conjunto dos mananciais.

Faixas de atuação e medidas adotadas

Para assegurar previsibilidade, as restrições só ocorrem após sete dias consecutivos dos índices em uma mesma faixa, e o relaxamento vem após 14 dias consecutivos de retorno ao cenário menos crítico.

As primeiras três faixas têm foco em prevenção, incentivo ao consumo racional de água e combate às perdas. Nas faixas mais críticas, as medidas de redução da pressão nas redes são ampliadas, podendo chegar a até 16 horas de duração em situações gravíssimas.

Investimentos em segurança hídrica

Os investimentos realizados pela Sabesp têm contribuído para aumentar a resiliência do sistema de abastecimento paulista. Obras como a transposição Jaguari-Atibainha e a conclusão do Sistema São Lourenço são exemplos que fortaleceram a segurança hídrica na Região Metropolitana.

Projetos como a transposição de água da bacia do Paraíba do Sul para o Sistema Cantareira e a interligação Billings-Alto Tietê são essenciais para garantir o abastecimento de água para a população, especialmente em períodos de estiagem prolongada.

Uso consciente e desafios futuros

A superação de cenários de seca prolongada depende da gestão técnica e da colaboração da sociedade. O Governo do Estado destaca a importância do uso consciente da água, especialmente em momentos de alta demanda e baixa disponibilidade hídrica.

Pequenas atitudes cotidianas, como reduzir o tempo de banho e evitar desperdícios, são fundamentais para preservar os mananciais e fortalecer a segurança hídrica a longo prazo.

Fonte: https://www.agenciasp.sp.gov.br

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