Na noite de segunda-feira (23), a Polícia Civil de São Paulo prendeu um homem de 37 anos acusado de esfaquear a ex-companheira de 18 anos no bairro de Guaianases, na Zona Leste da capital paulista. Alex Barbosa da Silva foi flagrado por câmeras de segurança cometendo o crime na Rua Carolina Brant.
Tentativa de feminicídio em Guaianases
O crime ocorreu por volta das 19h e o agressor foi encontrado a poucos metros do local do crime. A vítima foi socorrida ao Hospital Geral de Guaianases e, segundo informações, está fora de perigo. A faca utilizada no ataque foi apreendida e o caso foi registrado na 8ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), com a autoridade policial solicitando a prisão preventiva do agressor, que foi concedida pela Justiça.
Outros casos de feminicídio na região metropolitana
No mesmo período, dois outros casos de feminicídio chocaram a Grande São Paulo. Uma estudante de Psicologia, Vitória Silva de Oliveira Pedroso, foi morta pelo ex-companheiro em Itapecerica da Serra. O agressor, Bruno Rodrigo Martins, de 25 anos, foi preso em flagrante. A vítima possuía medida protetiva contra o ex e fazia parte do programa 'Guardiã Maria da Penha', que monitora mulheres vítimas de violência doméstica.
Medida protetiva e histórico do agressor
Vitória Pedroso tinha histórico de agressões e Bruno Martins, o agressor, possuía diversas passagens policiais por crimes como agressão, lesão corporal e roubo. Ela havia acionado o botão do pânico após ser agredida anteriormente, mas mudou de endereço sem atualizar as autoridades. Ao ser detido, Bruno justificou o crime alegando traição da vítima.
Tragédia na Zona Norte de São Paulo
Na Zona Norte da capital paulista, Priscila Versão, de 22 anos, foi morta após ser espancada por seu companheiro. A mãe da vítima relatou que Priscila vivia um relacionamento abusivo e já havia sido aconselhada a se afastar do agressor. Ela deixa três filhos, sendo um bebê de apenas seis meses.
Priscila trabalhava como autônoma e era amiga de Tainara Souza Santos, que faleceu em um trágico acidente em dezembro passado. A família de Priscila lamenta a perda e critica a impunidade nos casos de feminicídio, destacando a preocupação com o futuro dos filhos da vítima.
Fonte: https://g1.globo.com


