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A pergunta que ecoou por São Paulo na noite desta sexta-feira era uma só: quem matou Odete Roitman? O desfecho da trama “Vale Tudo” atraiu uma multidão aos bares da capital paulista, ávidos por desvendar o mistério que marcou a teledramaturgia.

Bares no centro e na Barra Funda se tornaram palcos para a grande revelação. O público compareceu em peso, muitos fantasiados, recriando cenas memoráveis da novela e participando de debates animados sobre o futuro dos personagens.

No bar Mitte, na Rego de Freitas, a expectativa era palpável desde as 19h30. Um bolão foi organizado, com um espumante como prêmio para quem acertasse o nome do assassino. A reação do público foi mista quando Marco Aurélio reviveu a cena do crime, mas a surpresa tomou conta do local quando Odete Roitman apareceu viva. Gritos de alegria e leques agitados expressaram a incredulidade e o entusiasmo dos presentes.

Na Zig Duplex, na República, a cena se repetiu. A revelação de Marco Aurélio como o autor dos disparos provocou reações negativas, mas a reviravolta com Odete viva transformou o ambiente em uma verdadeira festa. Máscaras com o rosto da vilã foram exibidas em meio à euforia geral.

Antes do desfecho, um levantamento nas redes sociais apontava Marco Aurélio como o principal suspeito, com 24% das menções. Maria de Fátima aparecia em segundo lugar, com 20%, seguida por Celina (12%), Heleninha (11%), César (10%) e Raquel (10%). A possibilidade de um outro assassino ou de que Odete estivesse viva somavam 10% e 1%, respectivamente.

O debate sobre a identidade do culpado se intensificou nas semanas que antecederam o último capítulo. Maria de Fátima chegou a liderar as apostas, atingindo 47% das menções no dia 12 de outubro, mas as confissões de outros personagens na reta final da trama diluíram a atenção.

A morte de Odete Roitman, exibida no dia 6 de outubro, já havia causado grande impacto, gerando cerca de 130 mil menções e 2,9 milhões de interações em uma plataforma social. Cinco personagens foram apresentados como possíveis assassinos, mas a cena final deixou o suspense no ar.

Em 1988, a revelação da verdadeira assassina, Leila, esposa de Marco Aurélio, marcou a história da televisão brasileira, mobilizando o público em busca da resposta para o grande mistério.

Fonte: g1.globo.com

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