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A Polícia Civil de São Paulo está conduzindo uma investigação para determinar a causa da morte da influenciadora digital Bárbara Jankavski Marquez, conhecida como “Barbie humana”, encontrada sem vida em uma residência na Zona Oeste da capital paulista. A morte, ocorrida no último dia 2, é tratada como “morte suspeita” e levanta questões sobre se foi natural, acidental ou criminosa.

Bárbara foi encontrada na casa do defensor público Renato De Vitto, na Lapa. Segundo o boletim de ocorrência, a causa da morte foi inicialmente classificada como “súbita, sem causa determinante aparente”. Um laudo da Polícia Técnico-Científica, ainda não concluído, deverá esclarecer as razões do óbito.

O defensor público relatou à polícia que havia contratado Bárbara como garota de programa para “serviços sexuais”. Ele afirmou que ambos consumiram “substâncias ilícitas” e que, após tossir várias vezes, Bárbara adormeceu enquanto assistiam à televisão. Ao perceber que ela não se movia, Renato acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Seguindo as orientações dos atendentes, ele tentou realizar manobras de Reanimação Cardiopulmonar (RCP) por mais de nove minutos, sem sucesso. A equipe do Samu constatou o óbito às 21h07.

Os policiais militares que atenderam a ocorrência encontraram Bárbara deitada de costas, vestindo apenas calcinha, com uma lesão no olho esquerdo e marcas nas costas. Uma amiga do defensor público relatou à polícia que esteve na casa e presenciou Bárbara escorregar e cair, lesionando o olho, por volta das 4h da manhã.

A investigação policial busca determinar se a morte da influenciadora foi resultado de causas naturais, como um ataque cardíaco; de um acidente, como uma overdose ou uma queda; ou se ela foi vítima de um crime, como agressão.

O laudo do Instituto Médico Legal (IML) é crucial para determinar a causa da morte e como ela ocorreu. Exames necroscópicos e toxicológicos foram realizados no corpo de Bárbara. Se os exames confirmarem uma causa natural, o caso poderá ser arquivado. Se apontarem para um acidente, a investigação buscará determinar se houve participação de terceiros. Caso seja constatada agressão, o caso será tratado como homicídio.

Bárbara Jankavski Marquez era conhecida como “Boneca Desumana” nas redes sociais, onde acumulava mais de 400 mil seguidores. Ela havia realizado 27 cirurgias plásticas para se parecer com a boneca Barbie.

A polícia pretende ouvir novamente o defensor público e a amiga que estiveram com Bárbara no dia de sua morte. Renato está de licença médica da Defensoria Pública por estresse pós-traumático.

Fonte: g1.globo.com

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