A Justiça de São Paulo está prestes a decidir se a universitária acusada de perseguir, atropelar e matar o namorado e a amiga dele por ciúmes será levada a júri popular pelos crimes. O caso ocorreu em 28 de dezembro do ano passado na Zona Sul da capital paulista, quando Geovanna Proque da Silva, de 21 anos, atingiu com seu carro o casal que estava em uma moto.
Detalhes do caso
As vítimas, Raphael Canuto da Costa, de 21 anos, e Joyce Correa da Silva, de 19, foram atingidas por trás pelo veículo dirigido pela estudante de veterinária. O crime foi registrado por câmeras de monitoramento e ganhou repercussão nas redes sociais e na imprensa.
Acusações e denúncias
Geovanna responde por duplo homicídio doloso qualificado e lesão corporal culposa. Ela é acusada de agir por ciúmes, conforme denúncia do Ministério Público, que também sugeriu pagamento de indenização às famílias das vítimas.
Audiência em março
A audiência de instrução do caso está marcada para 31 de março no Fórum Criminal da Barra Funda. Nessa etapa, serão ouvidas testemunhas e a ré para decidir se ela será levada a julgamento popular.
Progressão do processo
Caso a juíza decida pela pronúncia, Geovanna será julgada pelo júri popular. O Ministério Público alega que a jovem agiu de forma cruel por motivo torpe, causando as mortes de forma intencional.
A prisão e os desdobramentos
Geovanna foi presa preventivamente na Penitenciária Feminina de Santana e aguarda a decisão judicial. O crime chocou a população e levantou debates sobre crimes passionais e violência.
Momento da prisão
Após o atropelamento, a jovem foi detida pela polícia, que a encontrou desorientada. Segundo relatos, ela afirmou ter tomado antidepressivos, mas alegou consciência de seus atos.
Fonte: https://g1.globo.com

