No sábado (7), a justiça decretou a prisão preventiva do suspeito de assassinar a professora e escrivã da Polícia Civil de Rondônia Juliana Mattos Lima Santiago, de 41 anos. O crime chocante ocorreu na noite anterior dentro de uma sala de aula na Faculdade Metropolitana, na capital Porto Velho.
Investigação e prisão preventiva
Juliana foi socorrida após ser atacada a golpes de faca, porém não resistiu aos ferimentos. O suspeito, identificado como João Júnior, aluno da faculdade, foi detido em flagrante. Na audiência de custódia realizada no mesmo dia, o Ministério Público solicitou a prisão preventiva dele como medida para manter a ordem pública diante do crime hediondo.
Reações e repúdio à violência
O Grupo Aparício Carvalho, responsável pela instituição de ensino, expressou profundo pesar pelo ocorrido e ressaltou que a violência não apagará a memória da professora, cujo legado é marcado pela excelência acadêmica, ética e dignidade. A Assembleia Legislativa de Rondônia também se manifestou, repudiando veementemente o crime e ressaltando a necessidade de combater a violência contra as mulheres, especialmente em ambientes educacionais.
Repercussão e posicionamento das autoridades
A morte de Juliana causou comoção e revolta na sociedade. A defesa do acusado não foi contatada para comentar o caso. O Ministério Público afirmou que atuará com firmeza na investigação do crime, enquanto a comunidade acadêmica e representantes políticos destacaram a importância de lutar contra a violência de gênero e garantir a segurança nos espaços de educação.

