© Carlos Barria
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O Super Bowl, final do campeonato de futebol americano, realizado em Santa Clara (Califórnia), se tornou uma celebração multicultural em apoio aos imigrantes latino-americanos e com forte conteúdo anti-Trump.

Cena Política no Evento

A partida entre Seattle Seahawks e New England Patriots foi quase ofuscada pelos eventos paralelos. A escolha de Bad Bunny, um cantor porto-riquenho de renome global, para se apresentar no intervalo, gerou controvérsia devido à oposição do presidente Trump, que criticou a presença do artista por seu apoio aos imigrantes.

Protestos Contra a Política Anti-imigração

Antes do jogo, a banda Green Day, crítica à administração Trump, se apresentou, enviando uma mensagem contra a política anti-imigração. O vocalista Billie Joel Armstrong não mencionou o presidente, mas a presença do grupo punk no evento foi interpretada como um protesto.

Bad Bunny e a Celebração Multicultural

Bad Bunny fez uma apresentação histórica, destacando a importância das nações latino-americanas nos EUA e criticando a política anti-imigração. Seu show foi marcado por um orgulho latino evidente, com elementos culturais latinos em destaque.

Resposta de Trump

A reação de Trump foi rápida e negativa. Ele criticou a apresentação de Bad Bunny e a considerou uma afronta à grandeza dos Estados Unidos, destacando que o show não representava os padrões de sucesso e excelência do país.

Ao final de sua performance, Bad Bunny segurou uma bola de futebol americano e celebrou a união dos países latino-americanos, transmitindo uma mensagem de solidariedade e inclusão. Sua atuação reforçou a importância da diversidade e da presença latina nos Estados Unidos.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br