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A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou, na madrugada desta sexta-feira (20), a reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei. As mudanças foram promessa de campanha e alvo de protestos de centrais sindicais.

Reforma trabalhista aprovada pela Câmara

Com 135 votos a favor e 115 contra, a reforma trabalhista foi aprovada pela Câmara dos Deputados da Argentina. Agora, o texto seguirá para o Senado, onde o governo possui maioria. A expectativa é que a reforma seja sancionada na próxima semana.

Principais mudanças e impactos

A reforma trabalhista proposta por Javier Milei envolve mais de 200 artigos e traz mudanças significativas nas leis trabalhistas do país. Uma das alterações mais controversas é a possibilidade de o salário ser pago em moeda estrangeira, além da introdução de pagamentos em alimentos ou habitação.

Além disso, férias, bônus e 13º salário não serão mais considerados na base de cálculo das indenizações. As jornadas de trabalho poderão chegar a até 12 horas diárias, desde que respeitada a carga horária semanal de 48 horas. O esquema de banco de horas será adotado, eliminando o pagamento de horas extras. A reforma também limita o poder dos sindicatos nas negociações e redefine os critérios para o direito de greve.

Impacto econômico e social da reforma

O governo argumenta que a reforma trabalhista visa facilitar a contratação, impulsionar os investimentos e estimular a expansão do emprego formal em diversos setores. O presidente Milei afirma que a medida resultará na reabertura de milhares de postos de trabalho nos próximos meses.

Protestos e repercussões

Durante a votação, manifestantes se reuniram em frente ao Congresso para protestar contra a reforma. A CGT, maior central sindical do país, convocou uma greve geral de 24 horas em oposição à medida. Os protestos resultaram em confrontos entre policiais e manifestantes, com impacto na operação de voos entre Brasil e Argentina.

Líderes da CGT anunciaram que irão contestar a reforma na Justiça, alegando inconstitucionalidade. A polêmica em torno das mudanças propostas por Milei reflete a divergência de opiniões sobre os impactos da reforma trabalhista na Argentina.

Fonte: https://g1.globo.com

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