Na última segunda-feira (11), um ato promovido por estudantes das universidades USP, Unesp e Unicamp gerou tensões na região central de São Paulo. Os universitários se reuniram em frente à reitoria da Unesp, demandando melhores condições de permanência e maior apoio governamental para as instituições de ensino.
Confronto e Reações
O evento acabou se transformando em um confronto entre os manifestantes e vereadores do partido União Brasil, incluindo Rubinho Nunes, Douglas Garcia e Adrilles Jorge. De acordo com relatos dos estudantes, os vereadores provocaram os manifestantes, resultando em agressões mútuas.
Intervenção da Polícia Militar
A Polícia Militar foi acionada para conter a confusão, que, segundo a corporação, não resultou em feridos. Após a intervenção, a manifestação continuou de forma pacífica. Nunes, um dos vereadores envolvidos, alegou ter sido agredido e afirmou que seu nariz foi quebrado durante o incidente.
Desdobramentos e Continuação da Greve
Após o confronto, os estudantes decidiram manter a greve, que já dura quase um mês. O ato também tinha como objetivo acompanhar uma reunião que foi desmarcada por receio de invasões na reitoria da Unesp. Recentemente, estudantes da USP ocuparam a reitoria da universidade, mas o prédio foi desocupado no último domingo.
Posicionamento nas Redes Sociais
Nas redes sociais, os vereadores expressaram suas opiniões sobre o ocorrido, afirmando que estavam no local para “ensinar” os estudantes sobre o direito de greve. A situação gerou uma série de debates e críticas, especialmente entre ativistas e integrantes de movimentos estudantis.
A Agência Brasil tentou entrar em contato com os vereadores para obter suas versões sobre os eventos, mas ainda aguarda respostas.
