© lito/ Instagram

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu autorização para a importação e uso de um medicamento experimental destinado ao tratamento do piloto e influenciador digital Lito Sousa, que foi diagnosticado com a Doença de Creutzfeldt-Jakob. A informação foi divulgada pela família nas redes sociais.

Expectativa pela Chegada do Medicamento

A esposa de Lito, Mila Seidl, expressou sua expectativa de que o medicamento chegue ao Brasil entre sete e nove dias após a autorização, destacando que não houve benefícios especiais no processo. “O impossível está se tornando realidade! Estamos prontos para receber o tratamento”, comemorou Mila em sua postagem.

Processo Regulado e Acesso Justo

Mila esclareceu que a liberação não foi uma exceção, mas um procedimento previsto em lei para o uso compassivo de medicamentos. Este processo exige uma análise rigorosa por parte da Anvisa, que pode aprovar ou rejeitar pedidos semelhantes de outras pessoas em situações críticas.

Documentação Necessária

A família apresentou uma documentação extensa e robusta, incluindo informações fornecidas pela farmacêutica e exames médicos. Mila enfatizou a importância de compartilhar essa experiência para ajudar outras famílias que enfrentam doenças raras a seguirem o mesmo caminho para obter acesso a tratamentos experimentais.

Colaboração e Urgência no Tratamento

De acordo com Mila, houve um entendimento entre o governo brasileiro, o Ministério da Saúde e a Anvisa sobre a urgência do caso de Lito. A colaboração com a Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos também foi fundamental para acelerar o processo.

Desafios Durante o Processo

Apesar da celeridade, Mila compartilhou que a espera foi angustiante, pois em uma semana, houve uma deterioração no estado de saúde de Lito. Ela reconheceu a necessidade de que as autoridades se sintam seguras em suas decisões, mesmo diante da urgência.

Compreendendo a Doença de Creutzfeldt-Jakob

A Doença de Creutzfeldt-Jakob é uma condição rara, com menos de 100 casos suspeitos registrados anualmente no Brasil. A doença ocorre devido ao acúmulo de príons, formas anormais de proteínas que afetam o funcionamento cerebral, levando a um quadro progressivo e fatal.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br