Durante um julgamento histórico sobre o vício em redes sociais entre jovens, Mark Zuckerberg, presidente-executivo da Meta Platforms, negou repetidamente que a Meta, que controla o Facebook e o Instagram, permita que crianças menores de 13 anos usem suas plataformas. No entanto, ele foi confrontado com evidências que sugerem o contrário.
Confronto com evidências internas
Mark Lanier, advogado da mulher que processa o Instagram e o YouTube, do Google, por danos à sua saúde mental quando criança, pressionou Zuckerberg sobre declarações anteriores feitas ao Congresso dos EUA em 2024. Documentos internos da Meta foram apresentados durante o julgamento, contradizendo a afirmação de Zuckerberg.
O caso em questão
O julgamento envolve uma mulher da Califórnia que alega que o Instagram e o YouTube buscaram lucrar ao viciar crianças em seus serviços, prejudicando sua saúde mental. A Meta e o Google negaram as alegações, destacando medidas para manter os usuários seguros, mas documentos internos questionam essas afirmações.
Reação global e possíveis indenizações
A Meta enfrenta possíveis indenizações em um julgamento com júri em Los Angeles, parte de uma onda de processos contra empresas de mídia social nos EUA. O impacto das redes sociais em usuários jovens tem gerado uma reação global mais ampla, levando a questionamentos sobre a responsabilidade das plataformas.
Tempo de tela e metas da empresa
Zuckerberg foi questionado sobre metas para aumentar o tempo gasto no Instagram, contradizendo declarações anteriores. Documentos mostram objetivos de aumentar o tempo diário dos usuários no aplicativo. O CEO afirmou que a empresa estabelece metas para proporcionar uma boa experiência aos usuários, mas negou buscar maximizar o tempo gasto.
Julgamento histórico e depoimento de Zuckerberg
Esse julgamento marca a primeira vez que Zuckerberg testemunha sobre o impacto do Instagram na saúde mental dos jovens. O CEO defendeu que a Meta busca garantir uma experiência valiosa para os usuários, apesar das acusações de desenvolver redes sociais para viciar jovens em telas.
