Após a morte do tatuador Vitor Fonseca de Almeida Silva, amigos contestam a versão de que ele teria importunado menores durante o carnaval em Nuporanga (SP). A publicitária Cindy Guimarães, que conhece Vitor há 16 anos, ressalta que ele sempre foi uma pessoa respeitosa, séria e trabalhadora, incapaz de comportamentos inadequados.
Amigo de longa data e reputação ilibada
Cindy Guimarães enfatiza que Vitor Fonseca, de 42 anos, nunca se portou de maneira inapropriada, nem mesmo em relação a brincadeiras desse tipo. A amiga lamenta a situação e destaca a injustiça de ele não poder se defender das acusações feitas pelo suspeito, que alegou ter agido em razão de uma suposta importunação envolvendo menores.
Morte e investigações
Vitor Fonseca faleceu dois dias após ser agredido com um soco, resultando em traumatismo craniano. O suspeito, Vitor Manoel, afirmou ter agido após presenciar o tatuador importunando menores, incluindo uma criança. A Polícia Civil iniciou investigações para esclarecer o ocorrido, considerando depoimentos e vídeos.
Imagens e contestações
Registros de câmeras de segurança mostram Fonseca conversando com uma menina antes de ser agredido, porém, as autoridades consideram as imagens inconclusivas. A família do tatuador e seus amigos contestam as alegações do agressor, destacando a falta de defesa por parte da vítima e a impossibilidade de interpretar as imagens sem som como prova conclusiva.
Posicionamentos e expectativas
A defesa de Vitor Manoel reforça a versão de importunação como motivação para a agressão, confiando no trabalho das autoridades para esclarecer os fatos. Enquanto isso, a família e amigos de Vitor Fonseca expressam indignação diante das acusações e ressaltam a importância de não justificar a violência contra a vítima, que não está mais presente para se defender.
Fonte: https://g1.globo.com
