© Marcello Casal jr/Agência Brasil
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Dezenove estados e o Distrito Federal (DF) encerraram o ano de 2025 com a menor taxa de desemprego já registrada na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, que teve início em 2012. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 20 de janeiro.

Resultados Nacionais

Para o país como um todo, a taxa de desemprego ao final de 2025 foi de 5,6%, o menor índice já registrado desde o início da série histórica. A pesquisa do IBGE considera pessoas a partir dos 14 anos e engloba todas as formas de ocupação, incluindo trabalhos com ou sem carteira assinada, temporários e autônomos.

Unidades da Federação com Menor Desemprego

Alguns estados se destacaram por atingir mínimas históricas de desemprego em 2025, como o Mato Grosso com 2,2%, Santa Catarina com 2,3% e Mato Grosso do Sul com 3%. Outros estados como o Distrito Federal, São Paulo e Rio Grande do Sul também registraram baixas taxas de desemprego.

Desemprego Acima e Abaixo da Média

Dos 27 estados brasileiros, 12 ficaram com taxas de desemprego abaixo da média nacional, enquanto 15 superaram esse índice. Entre os que mais se destacaram estão estados do Nordeste, com taxas de desocupação mais elevadas.

Informalidade no Mercado de Trabalho

A pesquisa do IBGE também revelou que a informalidade atingiu 38,1% em todo o país em 2025. Regiões do Norte e Nordeste apresentaram níveis mais altos de informalidade, onde os trabalhadores não têm garantias como previdência, 13º salário e seguro-desemprego.

Rendimento dos Trabalhadores

O Distrito Federal se destacou com o maior rendimento mensal dos trabalhadores, alcançando R$ 6.320, bem acima da média nacional de R$ 3.560. Outros estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina também apresentaram rendimentos acima da média.

Análise Final

De acordo com o analista da pesquisa, William Kratochwill, a mínima histórica do desemprego em 2025 reflete o dinamismo no mercado de trabalho, impulsionado pelo aumento do rendimento real dos trabalhadores.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br