G1
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Leonardo Meirelles e Meire Poza, conhecidos por atuarem na estrutura financeira ligada ao doleiro Alberto Youssef durante a Operação Lava Jato, voltaram a ser destaque nas notícias policiais devido à Operação Bazaar, que investiga corrupção na Polícia Civil de São Paulo. Enquanto Meire foi presa, Meirelles está foragido.

Histórico de Atuação na Lava Jato

Durante a Lava Jato, Meirelles era apontado como operador de remessas ilegais de dinheiro e sócio de empresas utilizadas por Youssef para movimentar recursos investigados no esquema de corrupção da Petrobras. Ele foi condenado a 5 anos e 6 meses de prisão por crimes de lavagem de dinheiro.

Meirelles e o Esquema na Polícia Civil de SP

Meirelles foi sócio de Youssef em empresas suspeitas de participação em esquemas ilegais, como o laboratório Labogen. Após a condenação, ele fez uma delação premiada, revelando detalhes sobre remessas ilegais de dinheiro e propinas a políticos.

Operação Bazaar e Novas Acusações

Na Operação Bazaar, ele é apontado como membro de um grupo que lavava dinheiro oriundo da corrupção na Polícia Civil de São Paulo. O empresário é acusado de mascarar propinas e subornar policiais para evitar investigações no Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania.

Envolvimento de Meire Poza

Meire Poza, contadora que trabalhou com Youssef, também é alvo das investigações. Ela é acusada de pagar propina a policiais corruptos e de auxiliar na contabilidade do grupo criminoso.

Conclusão

A Operação Bazaar expõe a continuidade das atividades criminosas de figuras conhecidas da Lava Jato, agora envolvidas em esquemas de corrupção na Polícia Civil de São Paulo. O caso revela a complexidade e o alcance das práticas ilícitas, demonstrando a importância das investigações e a necessidade de combate à corrupção em todas as esferas da sociedade.

Fonte: https://g1.globo.com