© Tânia Rêgo/Agência Brasil
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Durante uma coletiva de imprensa no Rio de Janeiro, o diretor de Logística, Comercialização e Mercados da Petrobras, Claudio Romeo Schlosser, afirmou que as exportações da companhia para a Índia, China e Coreia não devem ser afetadas pelo conflito entre os Estados Unidos, Israel e o Irã no Oriente Médio. Ele destacou que esses países não utilizam rotas que estejam ameaçadas pela guerra na região, o que mantém a previsão de exportação de petróleo sem riscos.

Importação e cenário externo

Schlosser também mencionou que a importação de óleo para a Refinaria Duque de Caxias poderá ser feita por rotas alternativas, como o Estreito de Ormuz, Mar Vermelho ou portos no norte do Mar Mediterrâneo, o que reforça a segurança das operações da Petrobras. Enquanto isso, a presidente da companhia, Magda Chambriard, reconheceu a volatilidade do cenário externo, com a possibilidade do preço do petróleo oscilar entre US$ 53 e US$ 180 o barril.

Desempenho e metas

Magda Chambriard destacou o lucro líquido de R$ 110,1 bilhões registrado em 2025, um aumento significativo em relação ao ano anterior. Ela ressaltou a resiliência da Petrobras diante das variações do mercado, com a empresa superando metas e entregando resultados positivos. A presidente também mencionou o aumento da produção de óleo e gás, impulsionado pela entrada em operação da FPSO Almirante Tamandaré, com planos de expansão para outras plataformas em construção em Singapura, visando acelerar as entregas e manter a eficiência da companhia.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br