© Valter Campanato/Agência Brasil
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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, apresentou um novo modelo de regulamentação para a inteligência artificial (IA) que se baseia na avaliação dos riscos das diferentes aplicações tecnológicas. Em uma entrevista ao programa Na Mesa com Datena, da TV Brasil, ele enfatizou a necessidade de criar regras que sejam suficientemente flexíveis para acompanhar a rápida evolução da IA.

Proposta de Regulamentação Baseada em Risco

Durigan destacou que a inteligência artificial representa um marco na transformação digital global. O objetivo do governo é que as normas de civilidade se apliquem também ao ambiente digital. O debate sobre a regulamentação da IA está em andamento no Congresso Nacional, com apoio do relator do projeto, deputado Agnaldo Ribeiro.

Criação de uma Matriz de Risco

Uma das principais inovações da proposta é a criação de uma matriz de risco que classificará as aplicações de IA de acordo com seu potencial de impacto e perigosidade. As tecnologias consideradas mais sensíveis, como aquelas que envolvem genética humana e reconhecimento de identidade, terão exigências rigorosas de transparência e controle.

Regulamentação para Aplicações de Baixo Risco

Aplicações voltadas para jogos e entretenimento, por outro lado, serão categorizadas como de baixo risco e terão regras simplificadas para evitar a burocratização excessiva, promovendo assim a inovação tecnológica.

Educação Digital e Proteção ao Usuário

Durigan também abordou a importância da alfabetização digital como um meio de proteger os cidadãos no ambiente online. Ele ressaltou que a educação deve ser acompanhada de regulamentações eficazes para prevenir abusos, especialmente em relação a grupos vulneráveis. O governo está discutindo a implementação do Estatuto da Criança e do Adolescente Digital para abordar essas questões.

A Necessidade de uma Legislação Flexível

O ministro argumentou que a rapidez das inovações tecnológicas exige um modelo regulatório adaptável, que permita acompanhar as mudanças em tempo real. Ele afirmou que o Congresso não conseguiria aprovar uma nova legislação para cada avanço relevante. A proposta é que sejam estabelecidos princípios gerais que possam ser ajustáveis conforme a evolução da inteligência artificial.

Em resumo, a abordagem proposta por Durigan busca equilibrar a proteção da sociedade com o estímulo à inovação, criando um ambiente regulatório que se adapte às necessidades do futuro digital.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br

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