© Ricardo Stuckert/PR
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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que a bandeira tarifária continuará na cor amarela durante o mês de junho. Essa decisão implica um aumento nas contas de luz para todos os consumidores do Sistema Interligado Nacional (SIN). O custo adicional será de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos.

Motivos para a Manutenção da Bandeira Amarela

A Aneel justificou essa escolha com base no período seco que o Brasil enfrenta, resultando em uma menor geração de energia hidrelétrica. Consequentemente, há a necessidade de acionar as usinas termelétricas, cuja operação é mais custosa.

Histórico Recente das Bandeiras Tarifárias

De janeiro a abril deste ano, a bandeira tarifária esteve na cor verde, indicando condições favoráveis de geração de energia. Entretanto, em maio, a bandeira amarela foi acionada e, conforme anunciado, essa situação persistirá em junho.

Funcionamento do Sistema de Bandeiras Tarifárias

Instituído em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. As bandeiras são classificadas por cores e indicam os custos de geração para residências, comércios e indústrias.

Definição e Custo das Bandeiras

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) reavalia mensalmente as condições de operação do sistema de geração de energia, ajustando as bandeiras conforme a previsão de custos. As bandeiras tarifárias são categorizadas da seguinte forma: – **Bandeira Amarela**: Acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh. – **Bandeira Vermelha Patamar 1**: Acréscimo de R$ 4,46 a cada 100 kWh. – **Bandeira Vermelha Patamar 2**: Acréscimo de R$ 7,87 a cada 100 kWh.

Essa estrutura de bandeiras tarifárias permite que os consumidores estejam cientes dos custos associados à geração de energia, auxiliando na gestão do consumo e na economia de recursos.

Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br