G1
Compartilhe essa Matéria

A Câmara Municipal de Taubaté aprovou, na última terça-feira, um projeto de lei de autoria da Prefeitura que visa a revisão da Planta Genérica de Valores Imobiliários (PGVI) da cidade. A atualização dos valores do metro quadrado dos imóveis, proposta no projeto, pode resultar em um aumento no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) a partir de 2026.

A PGVI é o instrumento que estabelece o valor do metro quadrado das construções em cada rua da cidade, refletindo as valorizações e desvalorizações imobiliárias ao longo do tempo. É a partir desta planta que o IPTU é calculado.

A votação finalizou com 11 votos favoráveis e 6 contrários. Os vereadores Alberto Barreto, Ariel Katz, Bilili de Angelis, Boanerge, Jessé Silva, João Henrique Dentinho, Neneca, Nicola Neto, Nunes Coelho, Rodson Lima Bobi e Zelinda Pastora votaram a favor do projeto. Já Diego Fonseca, Douglas Carbone, Isaac do Carmo, Moisés Pirulito, Talita e Vivi da Rádio se posicionaram contrários à proposta.

A PGVI de Taubaté não passa por atualização desde 1997. Segundo o documento apresentado, os critérios e valores praticados atualmente estão defasados em relação ao dinamismo do mercado imobiliário local nas últimas décadas.

Embora o projeto não especifique um índice de reajuste, reconhece o potencial impacto fiscal para os contribuintes, decorrente da correção de uma defasagem superior a 25 anos. Para mitigar esse impacto, a prefeitura propõe um escalonamento do aumento. O projeto estabelece que o aumento anual do IPTU não poderá exceder 20% do valor referente ao ano anterior, acrescido da correção monetária do período.

Caso o aumento do IPTU, calculado com base na nova PGVI, seja superior a 20%, o valor excedente será aplicado nos anos subsequentes, também respeitando o limite máximo de 20% ao ano, até que o valor integral do imposto seja atingido.

O projeto também introduz um tratamento diferenciado para imóveis localizados em condomínios. A prefeitura propõe um fator de unidade condominial, que estabelece uma valorização específica para casas em loteamentos fechados. A justificativa é que a infraestrutura de segurança, lazer e serviços oferecida nesses condomínios eleva o preço de mercado dos imóveis e, portanto, deve ser considerada no cálculo do IPTU.

Fonte: g1.globo.com

Você Também Pode Gostar

Meningite se alastra na baixada santista: casos disparam e mortes preocupam

Compartilhe essa Matéria
Compartilhe essa MatériaA Baixada Santista, no litoral paulista, enfrenta um surto de…

Jovem morre atropelada por motorista suspeita de embriaguez em são paulo

Compartilhe essa Matéria
Compartilhe essa MatériaJovem de 25 anos perdeu a vida em um trágico…

Prefeito de campo limpo paulista gera indignação ao ridicularizar paciente com câncer

Compartilhe essa Matéria
Compartilhe essa MatériaO prefeito de Campo Limpo Paulista, Adeildo Nogueira, provocou forte…

Polícia civil desmantela rede de tráfico e prende seis em bom jesus dos perdões

Compartilhe essa Matéria
Compartilhe essa MatériaUma operação da Polícia Civil resultou na prisão de seis…