
por Elsa Oliveira
Em 19 de dezembro de 2011, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou o dia 11 de outubro como o Dia Internacional da Menina, uma data criada para reconhecer os direitos das meninas e os desafios únicos que elas enfrentam em todo o mundo. Essa iniciativa reforça a necessidade de garantir igualdade de oportunidades, combater a violência e promover políticas públicas que assegurem que cada menina possa crescer com dignidade, segurança e liberdade.
As meninas de hoje são as mulheres do amanhã. São elas que, com o devido apoio, podem se tornar líderes, empreendedoras, cientistas, artistas, chefes de família e agentes de transformação social. Investir nelas significa não apenas defender seus direitos no presente, mas assegurar um futuro mais justo e próspero, no qual metade da humanidade participe, em condição de igualdade, das soluções para desafios globais — como as mudanças climáticas, os conflitos, o crescimento econômico e a sustentabilidade.
Como presidente da Comissão da Criança, do Adolescente, da Juventude e da Mulher na Câmara Municipal de Osasco e defensora da mulher e de seus plenos direitos, estou profundamente engajada nesta causa. Defendo com convicção a importância de políticas públicas eficazes que garantam proteção, educação, saúde e oportunidades para meninas e adolescentes, especialmente as que vivem em situações de vulnerabilidade.
É essencial que a sociedade — poder público, famílias, escolas e comunidades — apoie e instrua nossas meninas de forma efetiva, promovendo o seu potencial transformador. Quando uma menina é empoderada, ela muda a sua própria história e inspira outras a fazerem o mesmo.
Celebrar o Dia Internacional da Menina é reafirmar o nosso compromisso em construir um mundo em que todas tenham voz, espaço e poder para sonhar e realizar. Investir nas meninas é investir na humanidade.
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